sexta-feira, 10 de junho de 2011

Até quando ? Ela não vem ...

Com uma experiência de idade digamos que considerável, percebi que o sexo realmente não tem lugar para acontecer. Quando a vontade bate forte mesmo, procurar uma cama é o último pensamento que se passa na mente, mas foi preciso bater a cabeça algumas vezes para aprender uma lição importante na arte do sexo em lugares públicos: ser completamente discreto.
Gabriele foi minha namorada há uns 20 anos atrás, passamos apenas um carnaval juntos, mas foi justamente durante esse feriado que transamos como loucos, da maneira mais intensa que um casal pode fazer. Trepávamos o dia inteiro na casa da Gabi. Hora ela me surpreendia chegando à sala completamente nua, se abaixava e chupava o meu pau, ou eu a agarrava na pia, rasgava a calcinha dela e fazíamos amor sobre o azulejo frio.
Lembro-me bem que era um sábado de carnaval, Gabi tomava um banho e lavava cada centímetro daquele corpo moreno, bronzeado do sol e com marcas de biquíni nos seios pequenos, mas firmes, e na bunda macia e tenra. Eu estava assistindo o desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro, vendo um batalhão de mulheres semi-nuas, mas dividindo a minha atenção com o banheiro, já que a minha morena, exibicionista como sempre foi, tinha deixado a porta aberta.
Em poucas horas um amigo nosso iria nos pegar na casa dela. Naquela noite, a balada ainda estaria por vir. O endereço da diversão era um convite de um antigo companheiro, da época que eu arrumava tempo para correr de kart. A casa estaria repleta de vips e ficaríamos no melhor camarote, com a bebida toda de graça – não poderíamos perder essa!
Gabi já estava armando alguma coisa, hoje começo a pensar isso. Ela saiu do banho com os longos cabelos molhados e começou a rebolar completamente nua na frente da televisão. Fiquei animado e parei para ver o showzinho, ela passou a me beijar e tirou a minha camiseta e o cinto da minha calça, abrindo o zíper e me deixando pelado, com a cabeça do meu pau pulsando sangue.
A gatinha sabia o que fazia e foi direto lamber a minha rola. Com movimentos rápidos e precisos, ela engolia todo o meu cacete e me fazia sentir a cabeça do pau batendo na goela dela. Seguiu com esses movimentos até que eu estivesse pronto para jorrar toda a minha porra, mas parou antes. Sorriu e se afastou, dizendo que o final seria só depois, que ela iria se arrumar, e foi em direção ao armário.
É claro que não me contive e soquei uma punheta para aliviar a dor no saco. Gabi olhava e sorria com o canto da boca. Alguns minutos depois, nossa carona já buzinava apressada, era hora de partir para a alegria.
Chegando ao lugar o clima não era de carnaval, mas sim o de uma festa eletrônica como as que aconteciam naquela época, mas é óbvio que nos dias de hoje aquele som é considerado um flash-back. É clara a lembrança de que o ambiente era agradável, repleto de amigos, a bebida boa servida era vodka e tudo era regado a melhor regalia que um camarote pode ter, afinal, nos estavamos lado a lado com o espaço reservado a um jogador que imperava nos gramados brasileiros e europeus, mas também nas baladas dos cinco continentes.
Gabriele vestia um vestido bege curto e estava muito provocante, dançava sensualmente e me olhava enquanto bebíamos um copo de vodka atrás do outro. Tanto liquido nos levava frequentemente ao banheiro, mas o lugar era quase privativo, poucas pessoas o usavam, por tanto, sem filas e bastante limpo.
Numa dessas idas ao sanitário, reparei que Gabi foi logo atrás de mim, ela andava rebolando e algo me dizia que tinha chegado à hora de terminar o que havia começado antes, que aquela vontade incontrolável tinha batido nela e que em mim já rolava solta desde o momento que entramos na balada.
Nos atracamos nos beijos, e o encontro dos nossos lábios tinha química, eram línguas que se enfrentavam numa disputa pelo amor, pelo pedaço de carne mais quente, pelo desejo do sexo. Entramos na mesma cabine do banheiro e Gabi já abaixou a minha calça, sacando o meu pau para fora.
Sem pudor algum ela passou a chupar todo o meu membro, lambia o meu saco e me fazia urrar de prazer, mordendo os lábios e me concentrando para não chamar muita atenção. Só que eu não queria gozar no boquete e dessa vez ela não iria me deixar na mão, eu queria era fuder aquela bucetinha!
Com um puxão forte rasquei a calçinha dela e como o pano estava encharcado percebi que a vontade não era só minha. Gabriele pulou sobe o meu colo e encaixou as pernas nas minhas costas, travando o nosso corpo. Não faltou muito e o meu pau já estava dentro daquela caverninha gostosa.
Com as mãos apoiada na parede comecei a estocar forte e arrancava suspiros e gemidos da moça que parecia ter planejado tudo aquilo, tanto é que chegou ao meu ouvido e pediu que eu a penetrasse com ela de quatro, como uma cadela.
Pedido de mulher bonita para mim é uma ordem e em segundos eu já empurrava a minha rola dentro na bucetinha dela enquanto batia naquela bunda gostosa com uma das minhas mãos e a outra puxava os longos e negros cabelos de Gabi.
Não sei se foram os barulhos na porta, os tapinhas de amor, os gemidos, ou se alguém chamou os seguranças da casa, mas quando eu estava quase gozando fomos pegos no flagra.
Bum, Bum, Bum, eram os socos de quatro seguranças gigantes na porta do banheiro. Rapidamente subi a minha calça e abri a porta com a barraca completamente armada e um sorriso amarelo no rosto. Os fortíssimos homens engravatados nos comunicaram que seriamos expulso do lugar e foram nos empurrando, passando na frente de todos os meus amigos que na hora perceberam o que tinha ocorrido.
É claro que não foi legal ser expulso da festa e pego de calças arriadas com uma mulher no banheiro, mas esse episódio foi uma lição para ser mais discreto nessas ocasiões incontroláveis. Ensinamento que fui obrigado a aprender para não ser mais visto por todos com um cara foda na balada e não conseguir honrar o apelido

Estou a espera da Perfeitinha

Conheci uma garota na net. Que diz que vem hoje aqui.
Vamos ver no que dá....
Beijos as Leitoras...

Bom dia ! Meu primeiro 1º Post

Tenho 36 anos e sofro com um problema que pode parecer bobeira mas esta me atrapalhando muito a vida.
Sou dentista e tenho um tesão enorme nas pacientes , nunca tive corajem de agarrar nenhuma , mesmo tendo algumas oportunidades.
Agora não consigo parar de pensar nisso,e quando vou atender fico com o amigo duro e atrapalha meu trabalho.